sexta-feira, 14 de outubro de 2016

BRASÃO DE ARMAS DOS TERÉSIOS


Por: Jonas Landim
Escudo de vermelho, engenho de prata lavrado e realçado de negro, entre dois rifles de ouro cruzados em chefe, cana de açúcar em ponta, pé ondado de prata e azul, de três tiras. Timbre cabeça de Leão em vermelho entre duas asas em ouro. Listel branco, com a legenda a negro: "TERÉSIOS". Lema branco, com a legenda a negro: “FORÇA E BRAVURA”.



HERÁLDICA E REPRESENTAÇÃO DOS SÍMBOLOS APRESENTADOS NO BRASÃO:

FIGURAS

RIO: alusão ao rio Salgado que banha toda região do Cariri.

CANA DE AÇÚCAR: representam as plantações de cana que tornavam a paisagem mais verde e foi a principal fonte de renda e desenvolvimento sócio-econômico da região, bem como do Sítio Santa Teresa dos TERÉSIOS.

ENGENHO: imagem do Engenho de Santa Teresa fundado no século XVIII pelo CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM e sua esposa GERALDA RABELO DUARTE, Patriarca de todos os TERÉSIOS. 

RIFLES CRUZADOS: representam a força e bravura dos TERÉSIOS destemidos que lutaram para defender suas famílias e suas terras, como principais exemplos temos os fatos ocorridos durante a Invasão a Lavras da Mangabeira  em 1910 por Quinco Vasques e a Questão do 8 em Aurora com Marica Macêdo do Tipi.

LEÃO: é o animal presente no BRASÃO DOS LANDINS e representa: domínio, guerreiro soberania e bravura.

CORES 

VERMELHO = guerreiros, militares bem sucedidos em guerras.
 
OURO = generosidade, mente elevada, muito inteligente.

VERDE = esperanças futuras, procedentes de famílias de príncipes.
AZUL = generosidade.


NOTA: este brasão foi criado com base nas cores e modelos do brasão de território e de armas LANDIM. 




 

terça-feira, 11 de outubro de 2016

ESCOLHA DO BRASÃO DOS TERÉSIOS



Por: Jonas Landim

Em uma de minhas empreitadas na pesquisa sobre a história e origem dos Landins recebi sugestões para criar um Brasão dos TERÉSIOS. 
Mesmo não dispondo das ferramentas necessárias para o feito nem de conhecimento aprofundado sobre HERÁLDICA, aceitei o desafio e arrisquei produzir alguns modelos e compartilhar aqui no blog para que todos os visitantes possam escolher aquele que melhor representa os descendentes do Capitão José Paes Landim. 


Durante muito tempo várias pessoas aceditaram ser dos TERÉSIOS o Brasão dos LANDINS, registrado por Gaspar Dias Landim em Portugal no ano de 1539, o qual foi representado na capa do Livro de Joaryvar Macedo, A ESTIRPE DE SANTA TERESA. Acredito que Joaryvar usou este Brasão por motivo de todos os TERÉSIOS serem descendentes de um patriarca de sobrenome LANDIM.





Participe da Enquete abaixo e vote no MODELO que mais lhe agradou. Você também pode deixar comentários nessa postagem com dicas e sugestões para melhorar ou modificar o BRASÃO DOS TERÉSIOS:




MODELO 1


MODELO 2

MODELO 3


MODELO 4

MODELO 5



MODELO 6





Qual dos Modelos de Brasão apresentados você acha que representa melhor os TERÉSIOS?
MODELO 1
MODELO 2
MODELO 3
MODELO 4
MODELO 5
MODELO 6




HERÁLDICA E REPRESENTAÇÃO DOS SÍMBOLOS APRESENTADOS NOS MODELOS ACIMA:

FIGURAS

RIO: alusão ao rio Salgado que banha a região do Cariri.

CANA DE AÇÚCAR: plantações de cana  eram abundantes e foi uma das principais fontes de renda e desenvolvimento sócio-econômico da região.

ENGENHO: imagem do Engenho de Santa Teresa fundado no século XVIII (no MODELO 6 trata-se de imagem real do Engenho de Santa Teresa)  pelo CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM e sua esposa GERALDA RABELO DUARTE, Patriarca de todos os TERÉSIOS. 

RIFLES CRUZADOS: representam a força e bravura dos TERÉSIOS destemidos que lutaram para defender suas famílias e terras, como na Invasão de Quinco Vasques a Lavras da Mangabeira  em 1910 e a Questão do 8 em Aurora com Marica Macêdo do Tipi.

CAVALO: principal meio de transporte da época. Na Heráldica o cavalo também representa: valor, docilidade, rapidez e mando.

LEÃO: é o animal presente no BRASÃO DOS LANDINS e representa: domínio, guerreiro soberania e bravura.

CORES 


VERMELHO = guerreiros, militares bem sucedidos em guerras.

OURO = generosidade, mente elevada, muito inteligente.

VERDE = esperanças futuras, procedentes de famílias de príncipes.

AZUL = generosidade.




NOTA: deixem comentários e sugestões para que possamos aprimorar ou criar outros modelos.

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

ORIGEM DOS TERÉSIOS

TERÉSIOS SÃO TODOS OS DESCENDENTES DO CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM E SUA ESPOSA. FUNDADORES DO ENGENHO SANTA TERESA EM MISSÃO VELHA, ESTE LOCAL FOI BERÇO DAS PRINCIPAIS FAMÍLIAS DO CARIRI CEARENSE.

"O casal CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM e GERALDA RABELO DUARTE foi o tronco seivoso da imensa linhagem dos TERÉSIOS." (Joaryvar Macedo)


Brasão de Armas 
Capela de Santa Teresa





Texto original: Joaryvar Macêdo
Por: Jonas Landim

Do casal Alferes Simão Rodrigues de Sousa e Úrsula Paes Landim, alagoanos da antiga Vila de Alagoas do Sul, era filho o fundador, no Cariri cearense, do Engenho de Santa Teresa, CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM, também alagoano da citada Vila (Liv. de Reg. de Casamento da Paróquia de Missão Velha, 1765-1770, fls. 28), o qual deve ser contado entre os pioneiros conspícuos da colonização do Vale. Em 1731 já estava fixado na terra adotiva, como prova o documento que transcrevo do Livro I de Registros Eclesiásticos da Freguesia de Nossa Senhora da Expectação do Icó, fls. 7 e 8:



"Aos vinte e oito de setembro de mil setecentos e trinta e um pela manhã, na capela de Santo Antônio dos Cariris desta freguesia de Nossa Senhora da Expectação do Icó, feitas as denunciações sem se descobrir impedimento algum... (ilegível) o Padre Luís Marreiros da Silva e o Capitão José Paes Landim, pessoas conhecidas, se casaram solenemente por palavras de presente Manuel... (ilegível) natural desta Freguesia, filhos de Miguel de Albuquerque e Ana Lopes já defuntos, com Joana Lopes da Silva, natural desta Freguesia, filha do Coronel Manuel Lopes Nogueira já defunto e Esperança Coelho, fregueses desta Freguesia, em virtude do que foi feito este assento em que me assinei.

Antônio Barbosa Gerez

Luis Rodrigues da Silva
José Paes Landim” 



Ao fundador do Engenho de Santa Teresa reportou-se, várias vezes, o historiador Padre Antônio Gomes de Araújo. Translademos-lhe um excerto:

“Os Capitães José Paes Landim, Manuel Antônio de Jesus e Bartolomeu Martins de Morais, citados, assinaram, respectivamente, atas das eleições dos Procuradores da Obra da Matriz da Povoação de São José dos Cariris Novos, realizadas, sucessivamente, em dois de maio de 1786 e em primeiro de janeiro de 1792.

Aquela povoação foi o núcleo inicial da atual cidade de Missão Velha e sede da primeira freguesia criada e inaugurada no Cariri, primeiro sob a invocação de Nossa Senhora da Luz, substituída depois, pela de São José.

No curso da construção da Matriz reuniam-se, na sede da paróquia, convocados pelo Vigário, os principais da freguesia, para realização da eleição dos procuradores de recursos econômicos, que o faziam nas zonas de sua influência.” (“O Magnifico Reitor da Universidade do Ceará”, em itaiytera, Ano V, nº V, 1959, pág. 15).

O Capitão José Paes Landim convolou núpcias com Geralda Rabelo Duarte, baiana do então Itapicuru de Cima, filha do Capitão Domingos Duarte, português do Bispado de Vizeu, e de ANgela Paes Rabelo, baiana do mesmo Itapecuru de Cima. (Liv. e Reg. de Casamento, Paróquia de Missão Velha, 1765-1770, fls. 28).

Integrado no atual município cearense de Missão Velha, o Engenho de Santa Teresa foi o “núcleo originário e sócio-econômico” dos TERÉSIOS, nome pelo qual se tornaram conhecidos, até hoje, os descendentes do casal. De TERÉSIOS chamou-lhes o historiador João Brígido, quando sobre eles escreveu.

Adiante-se que as terras do Engenho de Santa Teresa, atualmente divididas em sítios, com denominações próprias, mantendo um deles a de “Sítio Santa Teresa”, permanecem propriedade dos Terésios.


Casarões e propriedades dos Terésios no Sítio Santa Teresa








A progênie do pioneiro na colonização do Vale Caririense umas das que mais se projetaram na formação de sua gens – unindo-se entre sim, entrelaçou-se também a outros imigrados e aos de suas estirpes, de tal sorte que numerosas famílias do Sul do Ceará, a despeito de aparentemente distintas, têm raízes comuns na Casa-Grande do antigo Engenho de Santa Teresa do CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM E GERALDA RABELO DUARTE.


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REFERÊNCIAS
TEXTO: MACEDO, Joaryvar. A ESTIRPE DE SANTA TERESA. Fortaleza, 1976. 
IMAGENS: http://cariricangaco.blogspot.com.br/2011/09/sejam-bem-vindos-ao-portal-de-entrada.html



segunda-feira, 3 de outubro de 2016

LANDIM QUE FAZ HISTÓRIA


Lielson Landim vence as eleições da cidade de Milagres e é aclamado como herói pelo povo.

Por: Jonas Landim





No dia 02 de outubro de 2016 o candidato a prefeito da cidade de Milagres, Lielson Landim e vice prefeito, Abraão Sampaio (PDT) vencem as eleições com 52,57% (9.312) dos votos válidos, derrotando Netto Napoleão (PMDB) 47,43% dos votos válidos, candiato do atual prefeito Hellosman Sampaio .
A cidade de Milagres, está localizada no extremo sul do Ceará a 402 km de Fortaleza, sua popupalção tem cerca de 26.959 habitantes e 18.381 eleitores. 


Nesta segunda feira dia 03 de outubro a cidade amanheceu em festa, o povo comemora a vitória de Lielson que com muita força e determinação lutou para libertar o povo de um governo que a mais de 20 anos administra a cidade. O povo de Milagres pede mudança e isso ficou claro durante todo o período que antecederam as  eleições de 2016. 
Foram milhares de pessoas nas ruas em grandes comícios e carreatas que demostraram o anseio da população por novos tempos. 

Último comício de Lielson e Abraão



Lielson e o Governador Camilo Santana



Durante os últimos meses Lielson e toda sua equipe desenvolveram uma linda campanha política. Com humildade, alegria, esforço e determinação foram até seus elitores expor suas propostas, conseguiram grandes e importantes adesões, um incansável trabalho que resultou na vitória histórica.

Após a apuração dos votos, Lielson e sua esposa Elizangela Crisóstomo sairam em passeata acompanhados por uma multidão que o abraçavam e o aclamavam, o povo que o seguiam gritavam a todo instante as palavras: "Liberdade" e "Fora Saruê", se referindo ao atual prefeito que há muito tempo governa a cidade.
A passeata seguiu até a igreja Matriz onde Lielson e sua esposa receberam a benção do padre e agradeceram a todos pela confiança depositada

O povo festejou durante toda noite de domingo e continuam em festa, comemorando o fim de um velho governo e o começo de novos e promissores tempos para a cidade.  

                                           

Ato ecumênico na praça da matriz






Lielson Landim com toda sua determinação e trabalho ainda conseguiu fazer maioria na Câmara Municipal.

Veja os vereadores Eleitos:

Fernando Sampaio     PMDB   9,36%   1.674
Giancles Filgueira      PTB       7,65%    1.368
Jorge de Dona Iraci    PP         7,51%     1.342
Tião Vaques                PMDB    6,46%   1.154
Geraldo Netto            PSD      6,23%      1.113
Ozório                           PP         5, 82%    1.041
Ivan Rodrigues           PTB       5,75%    1.027
Beto Mitrado               PMDB   5,71%    1.020
Ubelardo                      PSDB     5,47%    977
Lorim                            PMDB    4,79%     856
Landim                         PMDB    4,58%    819




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Fontes:  
TSE, IBGE, GOOGLE


quinta-feira, 29 de setembro de 2016

GUILHERME LANDIM






BIOGRAFIA

GUILHERME SAMPAIO LANDIM, foi nascido aos 25 de junho de 1985, natural da cidade de Campinas, estado de São Paulo, filho de José Wellington Landim e Maria Gislaine Santana Sampaio Landim.
São seus irmãos: Gilvan Leite Sampaio Neto (acadêmico do Curso de Medicina), José Wellington Landim filho (advogado) e Bárbara Sampaio Landim (acadêmico do Curso de Medicina).




Vida Educacional


Guilherme, cursou educação infantil pela Escolinha João XXIII, dirigida pela família Macêdo, nesta cidade de Brejo Santo. Alfabetizou-se pelo Educandário Aurélio Buarque. Concluiu o ensino fundamental e médio pelo Colégio Batista e Christus, na capital do Estado do Ceará. Atualmente, é formado em Medicina, pela FMJ – Faculdade de Medicina de Juazeiro do Norte – CE.


Matrimônio

Guilherme, aos 15 de maio de 2008, foi unido pelos laços do matrimônio com a médica Shesla Pinheiro Almeida. (Shesla é filha do médico cardiologista Sebastião Gomes de Almeida e da professora Lúcia Pinheiro Almeida). Do enlace matrimonial constituíram uma prole de nome LÍVIA.
Guilherme Landim despertou sensibilidade política ainda nos idos da infância quando participava dos círculos políticos sociais de Brejo Santo. Tinha somente quatro anos de idade quando seu genitor assumiu a Chefia do Executivo de Brejo Santo, estava sempre atento às reuniões políticas. Sempre foi uma criança que demonstrou independência e naquela época já era evidente seu possível futuro político. Guilherme, é herdeiro legítimo das habilidades de seu pai, goza do privilégio de reunir algumas qualidades extremamente úteis à carreira política, é inteligente, tratável, carismático e prudente.




CURIOSIDADE FAMILIAR

Ascendentes Maternos

Guilherme é neto de José Leite Sampaio e Maria Santana Sampaio. Bisneto materno de José Matias Sampaio (Ex Prefeito de Brejo Santo) e de Engrácia Leite Sampaio e, de Manuel Denguinho de Santana (Senhor Denguinho) e Raimunda Araújo Lima. É trineto materno do Coronel Manuel Inácio (Industrial, Ex Prefeito e fomentador da Primeira Indústria Algodoeira) e de Maria Leite de Araújo – Dona. Ainda é trineto de José Denguinho de Santana e Maria Alves Leal. É tetraneto de Inácio Batista Bezerra e Joana Gomes (o casal circula entre os pioneiros na povoação do sítio Brejo, chegados ao solo brejosantense no ano de 1858, oriundos de Águas Belas – PE).

Ascendentes Paternos

Guilherme é neto paterno de Ivan Leite Landim e Terezinha Lucena Landim. É bisneto de João Inácio de Lucena ( Ex Prefeito de Brejo Santo) e Antonia Gomes Basílio Cabral, e de João Landim da Cruz ( Ex Vereador) e Joana Leite Moura. É trineto de Francisco Pereira de Lucena e Donina Inácio dos Santos ( casal fundador da Família Lucena em Brejo Santo). Também trineto de Emanuel Antonio Cabral (Bom de Ouro) e de Iaiá Gomes da Silva. É tetraneto de Lourenço Gomes da Silva (primeiro Intendente de Brejo Santo) e de Inácia Alves de Moura. É tetraneto e pentaneto do Capitão Antonio Leite Rabelo da Cunha (Patriarca da Família LEITE em Brejo Santo). Ainda, é pentaneto de José Francisco da Silva Basílio e de Ana Gomes (o casal circula entre os pioneiros na formação do povoado, chegando à terra no ano de 1858, oriundos de Águas Belas – PE).
E, finalizando, Guilherme é sobrinho em segundo grau de Juarez Leite Sampaio ( Ex Prefeito deste Município) e, sobrinho em quinto grau  do Coronel Basílio Gomes ( Patriarca, pacificador e fundador da Cidade de Brejo Santo.

CURIOSIDADE

Guilherme, deste a infância que é apaixonado  por vaquejada. Tanto que implantou o HARAS IRMÃOS LANDIM, só vendo para crer.

Guilherme foi campeão cearense infanto-juvenil de natação.








Vida Política

            Desde os idos da infância, Guilherme Landim acompanha seus pais na vida política. Jovem dinâmico, Guilherme se destacou por granjear inúmeros amigos, detentor de um grande espírito de Liderança e de olhos postos no progresso de nossa terra. Guilherme ao lado de Arnou Pinheiro, candidataram-se à chefia do Executivo Municipal no Pleito eleitoral de 2008. Destarte, nesta eleição aconteceu um fato Inusitado em Brejo Santo... Imbuídos de eleger um Prefeito Jovem, a juventude abraçou a campanha com entusiasmo e esperança de dias melhores, indo às ruas demonstrar apoio ao candidato Guilherme Landim. A Vitória foi esmagadora, o povo foi sábio e elegeu Guilherme para Prefeito de Brejo Santo, com uma maioria expressiva de votos, destacando-se como o Prefeito mais jovem da história do pleito de 2008 do Estado do Ceará.
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Sua Trajetória Política...

A cada quatro anos no Brasil, em um domingo do mês de Outubro, um evento tem se repetido: os brasileiros vão as urnas escolher novos chefes para o Poder Executivo de seus municípios.Assim como votar para presidente, governador e deputado,eleger um prefeito para o mandato de quatro anos é algo de extrema importância e, ao mesmo tempo, de responsabilidade por parte de cada eleitor,pois o futuro da cidade estará nas mãos de quem vencer.



A frente da Prefeitura de Brejo Santo,por suas gestões ,o Prefeito Guilherme Landim (PROS), tem se mostrado atuante em todas as áreas da administração pública. Guilherme Landim ingressou na vida pública por estimulo de seu pai, o saudoso Deputado Wellington Landim. Graças a sua personalidade forte, sua capacitação de articulação e arrojo em defesa das causas populares,Guilherme logo conquistou seu próprio espaço do cenário politico regional. O prefeito é atuante e participativo no trabalho, em relação a prefeitura, nas obras, na educação,saúde, e outros setores que abrangem a administração municipal. Guilherme Landim está sempre buscando melhorias para uma melhor qualidade de vida da população mais pobre, e vem investindo pesado no desenvolvimento do nosso município,seguindo assim o exemplo de seu pai, que nunca mediu esforços e nunca aceitou um nao como palavra final quando se tratava do crescimento da sua tão amada Brejo santo.




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Fontes:

Textos:
 http://sedub.blogspot.com.br/2011/12/prefeito-de-brejo-santo-forma-se-em.html
Imagens
facebook.com

Imagens: 
google.com
facebook.com

LANDIM QUE FAZ HISTÓRIA

A Cidade de Brejo Santo no interior do Ceará, administrada por Guilherme Landim tem a melhor nota no IDEB nacional.



Resultado de imagem para Prefeito Guilherme Landim
Prefeito de Brejo Santo: Guilherme Landim




Veja reportagem do site EL PAÍS - BRASIL


Cidade desafia todos os estereótipos e teorias pedagógicas para conquistar o maior Ideb nacional


Como a pobre Brejo Santo, no Ceará, construiu as melhores escolas públicas do Brasil


Por : ANA CAROLINA CORTEZ

Brejo Santo, Ceará 



Sob um sol forte e um calor de mais de 30 graus, começam a descer das vans escolares, às 7 horas da manhã, os alunos da escola de ensino fundamental Maria Leite de Araújo, na zona rural de Brejo Santo, cidade a 70 quilômetros de Juazeiro do Norte, no Ceará, e a mais de 500 km da capital do Estado, Fortaleza. O verde das paredes da escola, uma construção simples de tijolos, contrasta com a paisagem ao redor, dominada pelo marrom das estradas de terra, pelo amarelo das plantações acostumadas à escassez de chuva e pela magreza do gado, castigado pela seca.






Escola em Brejo Santo, no Ceará. ANA CAROLINA CORTEZ



A escola tem somente cinco salas e 180 alunos, dos quais mais de 90% dependem de programas sociais do Governo, como o Bolsa Família. A renda per capita da região não passa de 350 reais mensais (contra pouco mais de 1.000 reais no Brasil), dinheiro que vem principalmente da agricultura familiar. Com essas características, que são bastante comuns na rede de ensino de um Brasil tão desigual, a escola Maria Leite desafia todos os estereótipos e teorias pedagógicas de um colégio modelo: é a melhor instituição pública de ensino fundamental do país.



O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), apurado pelo Ministério da Educação (MEC), é quem constata o fato. A escola Maria Leite de Araújo possui a maior nota do Brasil, 9,6, para o primeiro ciclo do fundamental. A média para o país, inclusive, é quase a metade (5,2). O indicador mede o desempenho em português e matemática dos alunos da rede pública.



O segredo para tal desempenho, segundo a secretária municipal de Educação, Ana Jacqueline Braga, não se esconde em uma fórmula mágica mirabolante. "Não é preciso muito dinheiro. Basta fazer um feijão com arroz bem feito. Se tiver recurso sobrando, faz também um bifinho à milanesa, claro. Mas é o básico que precisa ser feito primeiro", conta. A secretária foi percebendo os desafios educacionais do município durante seus mais de 20 anos de experiência como professora da rede.


Um exemplo do "básico" que precisava ser feito parece um reles detalhe, mas fez toda a diferença num município predominantemente pobre. Desde 2009, as crianças tomam um café da manhã quando chegam para assistir às aulas, uma medida fundamental quando grande parte delas tem na escola a principal fonte de alimentação (às vezes, a única). Além dessa refeição, contam com um almoço bem reforçado no recreio. A matéria-prima vem dos agricultores familiares do município, uma iniciativa que garante a qualidade das frutas e verduras no prato das crianças e movimenta a economia local.

Outra iniciativa importante para elevar a qualidade de ensino do município foi o acompanhamento pedagógico constante dos alunos. Antes de todo ano letivo, cada criança é avaliada por suas competências. Aquelas que não aprenderam o conteúdo esperado, assistem a aulas de reforço fora do horário no qual foram matriculadas. Ao longo de todo o ano, as crianças também são acompanhadas por coordenadores pedagógicos. Quando têm dificuldades em alguma disciplina, os professores são orientados sobre como trabalhar com aquela criança para nivelá-la em relação àquilo que é esperado da turma.

A guinada na qualidade do ensino de Brejo Santo, com cerca de 45 mil habitantes, não é um caso isolado do Ceará. Foi durante o governo de Cid Gomes, entre 2007 e 2014, que o Estado começou a implantar um projeto educacional para todos os municípios da região, com destaque para o Programa Alfabetização na Idade Certa (Paic). Em 2007, 39% das crianças entre 7 e 8 anos saíam dos primeiros anos do ensino fundamental sem saber ler nem escrever, percentual de analfabetismo que caiu para 6% em 2014. Foram iniciativas como acompanhamento pedagógico de professores e de alunos e meritocracia, como as feitas em Brejo Santo, que o Estado viu o seu Ideb evoluir de 3,5 para 5,2 nos estágios iniciais do ensino fundamental em menos de sete anos. O projeto educacional do Estado, contudo, foi inspirado em uma experiência na cidade natal da família Gomes, Sobral.

No caso da cidade visitada pelo EL PAÍS, os 921 professores da rede municipal fazem treinamentos semanais na secretaria de Educação, como parte de um programa de educação continuada do município. O piso salarial é superior ao nacional, que hoje soma 2.135 reais. Os magistrados também recebem bônus de final de ano, um 14 salário que acompanha o desempenho da sua escola no Ideb e no Spaece, prova que mede o conhecimento dos alunos no Estado do Ceará. "Quem faz acontecer, na verdade, é o professor. Então a sua profissão deve ser valorizada", explica Jacqueline.



Rua onde fica a escola Maria Leite de Araújo, a melhor do país. ANA CAROLINA CORTEZ




Nos últimos anos, a rede toda foi reformulada, e a maior parte das 42 escolas de ensino básico foram segregadas por séries. Algumas escolas oferecem matrículas do ensino infantil, outras do primeiro ao quinto ano do fundamental e, outras, do sexto ao nono. Diferentemente da tentativa de reorganização escolar aplicada no Estado de São Paulo, as crianças que foram transferidas contam com transporte escolar e, ainda que tudo seja muito perto na zona urbana da interiorana Brejo Santo, não precisam se preocupar com a distância entre o novo colégio e as suas casas. Na zona rural, onde as distâncias são de fato um problema, as escolas costumam oferecer vaga para todos níveis de ensino. Mesmo assim, o transporte escolar é obrigatório.

Antes de 2009, o ensino em Brejo Santo era multisseriado, ou seja, na mesma sala de aula encontravam-se alunos de séries diferentes. O modelo, que funciona bem na Escola da Ponte, em Portugal, parece não se adaptar a Brejo Santo. "Modelos muito construtivistas são ótimos quando os alunos têm boa estrutura familiar, conhecimentos prévios para serem trabalhados. As crianças aqui não vivem essa realidade e eu não posso simplesmente ignorá-las, nem esperar que elas estejam preparadas para as pedagogias modernas", defende Jacqueline.

Dados comprovam a evolução do município após a reestruturação, rede de ensino que já esteve entre as piores do país. O Ideb médio de Brejo Santo passou de 3 em 2007 para 7,2 em 2013. Há alguns anos, a evasão escolar era uma das maiores do Brasil e, o número de matrículas, baixo. Atualmente, 99% dos alunos em idade escolar estão, de fato, na escola, o que corresponde a 12.325 estudantes. Tudo o que foi conquistado pela cidade, contudo, provém de poucos recursos. Além dos repasses do Fundeb, fundo de educação básica distribuído pelo Governo federal para todos os municípios do país, Brejo Santo aplica no segmento 27,5% de suas receitas com tributos, pouco mais de 13 milhões de reais por ano. A cidade conta com cerca de 47 mil habitantes, dos quais 11 mil dependem de bolsas assistenciais do Governo.
Sucesso na simplicidade


Jaílson Cosmo faz questão que os filhos estudem para que "tenham uma vida melhor"ANA CAROLINA CORTEZ




Diferentemente de uma escola de primeiro mundo, os estudantes da zona rural de Brejo Santo não têm muito contato com as novas tecnologias. Nunca viram um drone, não desenvolvem robôs em sala, não aprendem com o auxílio de tablets e, antes de 2014, nem tinham acesso àinternet. De acordo com Maria das Graças Bezerra, diretora da escola Maria Leite, nada disso faz falta para o processo de aprendizagem de seus alunos. "Fazemos tudo de forma muito simples, e o simples dá trabalho", afirma. Para a diretora, o foco da escola não é trabalhar a tecnologia, mas sim o conhecimento e a leitura. "Quem interpreta bem um texto consegue interpretar bem e executar bem qualquer coisa", complementa. No intervalo, todos os dias os alunos vão para debaixo da sombra de um grande juazeiro que fica no pátio da escola. Em roda, contam histórias e interpretam contos com fantoches.

A diretora também "pega no pé" dos alunos no quesito frequência escolar. Cada falta deve ser justificada pelos pais e se necessário vai na casa dos alunos entender o que está acontecendo. Maria das Graças acredita que a frequência escolar também sofreu uma influência positiva do Bolsa Família. "Esse programa fez muita diferença para as famílias da região. Hoje não vemos mais alunos desmaiarem de fome. Eles vêm mais arrumadinhos, têm material para estudar. Vem com mais autoestima", complementa.

O pecuarista Jaílson Cosmo, de 46 anos, é um dos beneficiário do programa na região. Somando o auxílio do Governo, a renda da família, composta por cinco pessoas, chega a 1.000 reais por mês. Seus três filhos, os gêmeos Jeferson e Jardel, de 9 anos, e Cícera, de 14 anos, estão matriculados na E.E.F. Maria Leite de Araújo, "a melhor escola do país", como se orgulha em dizer. Ele, que vende leite e gado para abate, largou os estudos na terceira série do fundamental. "A escola era muito longe, eu tinha que caminhar 6 quilômetros por dia. Também precisava trabalhar para ter o que comer", conta. "Quero que meus filhos tenham um futuro melhor, quero que aprendam, que estudem muito. Eles que vão escolher o que querem ser. Se quiserem ser agricultores, como eu, tudo bem. Mas se quiserem ser outra coisa, terão essa opção", complementa.

Quando foi entrevistado, o pai estava de passagem na escola. Tinha visitado um amigo ali perto e resolveu "dar uma olhadinha nos meninos". A cobrança de Jaílson é constante e, ainda que não consiga mais acompanhar a lição de casa dos filhos, que já passaram da série na qual ele parou de estudar, pede para a filha mais velha "checar os cadernos" dos irmãos mais novos, para "saber se fizeram tudo direito", explica. Outra "ferramenta" que auxilia Jaílson na cobrança é a memória fotográfica. "Sei se eles escreveram no caderno porque guardei a última página".

Sala de aula da Nobilino Alves de Araújo. ANA CAROLINA CORTEZ



De volta à escola


A presença dos pais na vida escolar dos filhos é fundamental, na opinião de Maria Auxiliadora Moura, diretora da Nobilino Alves de Araújo, outra escola rural de Brejo Santo com um Ideb invejável (9,2). "Educação de qualidade é um processo e depende da dedicação da equipe, da construção de um ambiente favorável ao aprendizado e do envolvimento ativo da comunidade", afirma.

Para engajar os alunos, a escola promove diversas competições, que vão desde "olimpíadas" de matemática, concursos de redação e até gincanas de astronomia. Em maio, por exemplo, o professor de física da escola inspirou os alunos a construírem um foguete de material reciclado. Ganhava o grupo que desenvolveu o foguete que voava mais alto.

A instituição tem salas de ensino infantil à EJA (Educação de Jovens e Adultos), pois é a única do bairro onde atua. Ainda que esteja situada na zona rural, Nobilino está no meio de uma região industrial em Brejo Santo, perto de fábricas de tijolos e até das obras da ferrovia Transnordestina, projeto que vai ligar o Porto de Pecém (CE), o Porto de Suape (PE) e o município de Eliseu Martins (PI) em uma rota de produção mineral.

Aproveitando a demanda dessas empresas por funcionários locais, a escola buscou fazer parcerias com elas, para diminuir a evasão dos alunos da EJA e atrair mais adultos para concluírem os estudos. "Deu super certo, pois eram companhias que pediam diploma de ensino fundamental para contratação", diz.
Programa de inclusão


Coral de alunos da Padre Pedro Inacio. ANA CAROLINA CORTEZ




Outro projeto de inclusão que as "escolas-modelo" de Brejo Santo vem implementando é o de crianças com necessidades especiais. A cidade, que recebe cada vez mais visitas de educadores e pesquisadores de todo o país, interessados em entender o que tornou o município um case de sucesso educacional, faz um acompanhamento pedagógico e clínico desses alunos com frequência. Na escola municipal Padre Pedro Inácio Ribeiro, que fica na zona urbana, no centro, a figura do "cuidador" existe há alguns anos. O profissional ajuda o professor titular no aprendizado dos alunos com deficiência, para que toda a sala receba atenção por igual. Também existe um professor, formado em psicologia, em cada turno escolar. Fora do período em que o aluno está matriculado, o psicólogo "dá aulas" que desenvolvem as habilidade motoras e cognitivas da criança com deficiência.

Ariela, de 10 anos, é um exemplo de aluna que conseguiu melhorar seu desempenho com a ajuda desses profissionais. A estudante do 4 ano do fundamental, possui uma doença degenerativa e quase não enxerga mais. Ainda assim, foi a primeira de sua turma a se alfabetizar, ainda no primeiro ano. Também é uma das primeiras da classe em matemática. "Estamos lhe ensinando a ler em braile, agora", conta a diretora Caline Araújo. Ariela já sabe o que quer ser quando crescer: médica. Para a gestora, integração é um dos pilares que fazem de Brejo Santo uma "cidade educadora". "Os estudantes querem se sentir protagonistas do aprendizado. Demandam mais aulas interativas, gostam de aprender juntos, de desenvolver atividades em equipe. Dar aula só com lousa e giz não funciona", defende.

A diretora Ivonete Moemia, da escola Maria Heraclides Lucena Miranda, concorda. "Primamos muito por aulas ao ar livre, pela formação cidadã. Oferecemos atividades culturais depois do turno, como aulas de música, saraus, projetos de literatura. Tudo isso é muito importante, ainda mais em uma região de extrema vulnerabilidade social como a nossa", diz.



OS FILHOS DE FRANCISCO


Trecho de obra da Transposição do Rio São Francisco, em Brejo Santo. ANA CAROLINA CORTEZ


As transformações pelas quais Brejo Santo vem passando também envolvem grandes obras de infraestrutura. Além da Transnordestina, a Transposição do Rio São Francisco há dez anos promete melhorar o abastecimento de água do município. O projeto prevê a construção de represas para as comunidades rurais do Ceará, incluindo os município vizinhos de Penaforte, Jati e Mauriti.

Um dos reservatórios está em construção a menos de dois quilômetros de distância da E.E.F. Maria Leite de Araújo. Há dois anos, quando o consórcio responsável pela obra começou a extrair argila vermelha de três jazidas da região, o bônus e o ônus do "progresso" se tornou visível até nas paredes da escola. Os efeitos do tremor das dinamites levou a secretaria de educação a ter de reparar algumas rachaduras da construção. Também teve de levantar um muro ao redor da escola, para proteger as crianças do tráfego intenso de caminhões que passam em frente, carregando toneladas de argila para as obras. As próprias estradas acabam sendo reparadas pelo consórcio constantemente, já que não foram feitas para suportar o peso das carretas.

Por outro lado, as obras geraram emprego para muitos dos moradores da cidade - e até de municípios próximos, em Pernambuco. Junto com os trabalhadores migrantes, vieram os "filhos de Francisco", procurando vaga nas escolas rurais de Brejo Santo.

A previsão é que tudo acabe em 2017, mas as consequências da Transposição prometem durar mais. A expectativa é que as famílias possam usufruir da reserva para plantação e para o gado. Atualmente, a água utilizada para essas finalidades vêm de poços artesianos.



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Fontes:
Texto: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/08/10/politica/1470862656_476387.html
Imagem: google.com

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