Este blog é dedicado à história, à genealogia e à memória das famílias do Cariri, especialmente das famílias Vasques, Landim, Macedo, Cruz, Olegário, Santana, Saraiva e outras que fazem parte da formação histórica da nossa região. O objetivo é preservar histórias, registrar origens e valorizar as raízes das famílias caririenses, para que as futuras gerações conheçam sua própria história e identidade.
sábado, 11 de abril de 2026
quinta-feira, 2 de abril de 2026
Raízes do Cariri: a ascendência de Camilo Santana na Estirpe de Santa Teresa
A ascendência de Camilo Santana e sua ligação com as antigas famílias do Cariri e a Estirpe de Santa Teresa
A genealogia das famílias tradicionais do Cariri cearense está profundamente ligada às antigas linhagens que povoaram a região a partir do século XVIII, especialmente aquelas relacionadas ao antigo Engenho Santa Teresa, um dos mais importantes núcleos de povoamento e formação familiar do sul do Ceará colonial.
Dentro desse contexto histórico e genealógico, encontra-se a linhagem materna de Camilo Santana que passa pelas famílias Sobreira, Amorim, Silveira e Gonçalves, todas com presença antiga na região do Crato, Barbalha e Juazeiro do Norte.
Camilo Sobreira de Santana é filho de Eudoro Walter de Santana e de Ermengarda Maria de Amorim Sobreira. Sua mãe, Ermengarda, é filha de José Sobreira de Amorim e de Maria Neli Sobreira da Silveira, pertencentes a famílias tradicionais do Cariri.
Subindo mais uma geração, Maria Neli Sobreira da Silveira era filha de João Alexandre Sobreira da Silveira e de Cecília Gonçalves Sobreira. João Alexandre, por sua vez, era filho de José Alexandre da Silveira e de Rosa Dias Sobreira, pertencente à antiga família Dias Sobreira do Cariri cearense.
A família Dias Sobreira aparece nas genealogias antigas do Cariri ligada por diversos casamentos às famílias Cruz, Saraiva, Santana, Macedo e Landim, que formam o conjunto das antigas famílias descendentes do Engenho Santa Teresa.
Essas famílias são conhecidas historicamente como descendentes da estirpe formada a partir do capitão José Paes Landim fundador do Engenho Santa Teresa no século XVIII, tronco de numerosas famílias que povoaram o Cariri e deram origem a diversas linhagens tradicionais da região.
Essas informações genealógicas seguem o método utilizado nas obras de genealogia regional, especialmente nas pesquisas presentes no livro A Estirpe de Santa Teresa do pesquisador Joaryvar Macedo, que estudou a formação das famílias descendentes do antigo Engenho Santa Teresa e suas ramificações pelo Cariri cearense.
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Ascendência materna de Camilo Santana (Formato genealógico hierárquico) até a 14ª Geração
1ª Geração: Camilo Sobreira de Santana
Filho de:
1.1 Eudoro Walter de Santana
1.2 Ermengarda Maria de Amorim Sobreira
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2ª Geração: Ermengarda Maria de Amorim Sobreira
Filha de:
1.2.1.José Sobreira de Amorim
1.2.2 Maria Neli Sobreira da Silveira
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3ª Geração:. Maria Neli Sobreira da Silveira
Filha de:
1.2.2.1 João Alexandre Sobreira da Silveira
1.2.2.2 Cecília Gonçalves Sobreira
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4ª Geração: João Alexandre Sobreira da Silveira
Filho de:
1.2.2.1.1 José Alexandre da Silveira
1.2.2.1.2 Rosa Dias Sobreira
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5ª Geração: Rosa Dias Sobreira
Filha de:
1.2.2.1.2.1 Abel Dias Ferreira
1.2.2.1.2.2. Joana Belmira Sobreira
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6ª Geração: Abel Dias Sobreira
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1 José Gonçalves Dias Sobreira. Falecido com 67 anos em 1896. Casado na famílias com
1.2.2.1.2.1.2. (esposa da família Cruz/Saraiva)
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7ª Geração:. José Gonçalves Dias Sobreira (Famíla Cruz/Gonçalves)
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.Capitão Joaquim Gonçalves Landim (Maroto dos Carás)
1.2.2.1.2.1.1.2. Senhora da família Cruz/Saraiva
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8ª Geração: Capitão Joaquim Gonçalves Landim (Maroto dos Carás)
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.1. Gonçalo Gonçalves Landim, casou com;
1.2.2.1.2.1.1.1.2. Maria Saraiva de Almeida
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9ª Geração: Gonçalo Gonçalves Landim
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1. Manuel Gonçalves Landim, casou-se com;
1.2.2.1.2.1.1.1.1.2. Senhora da família Alencar/Bezerra
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10ª Geração: Manuel Gonçalves Landim
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1. Tenente-Coronel Antônio Gonçalves Landim - oficial da guarda nacional do Crato. Casou-se com;
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.2.. Antônia Maria Saraiva
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11ª Geração: Tenente-Coronel Antônio Gonçalves Landim
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1.1. Antônio Paes Landim - Alferes das ordenanças - família Paes Landim, casou-se com;
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1.2. Maria Josefa da Cruz
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12ª Geração: Alferes Antônio Paes Landim
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1.1.1 Domingos Paes Landim, caous-se com;
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1.1.2. Maria da Cruz Saraiva
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13ª Geração: Domingos Paes Landim
Filho de:
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1.1.1.1. Capitão José Paes Landim
1.2.2.1.2.1.1.1.1.1.1.1.1.2. Geralda Rabelo Duarte
Este Casal é considerado o tronco dos TERÉSIOS.
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Observação importante
A ascendência acima segue metodologia genealógica ascendente, baseada em registros históricos, genealogias regionais e estudos das famílias do Cariri. As gerações mais recentes possuem base documental mais consistente, enquanto as gerações mais antigas são reconstruídas a partir de genealogias históricas e interligações entre famílias tradicionais da região, podendo requerer confirmação documental adicional.
Considerações históricas e genealógicas
A genealogia das famílias do Cariri é marcada por inúmeros casamentos entre famílias tradicionais ao longo dos séculos XVIII e XIX, o que faz com que muitas famílias atuais da região tenham ligação, direta ou indireta, com os troncos familiares originados no período colonial, especialmente aqueles ligados ao Engenho Santa Teresa.
A linhagem materna de Camilo Santana, através das famílias Sobreira, Silveira, Amorim e Gonçalves, liga-se às antigas famílias do Cariri cearense formadas no período colonial. Entre essas famílias estão os Dias Sobreira, Cruz, Saraiva e Gonçalves, que por sua vez possuem ligação genealógica com os ramos Paes Landim e Gonçalves Landim, descendentes do capitão José Paes Landim, fundador do Engenho Santa Teresa no século XVIII.
Dentro dessa linhagem aparece o Capitão Joaquim Gonçalves Landim, conhecido como Maroto do Carás, pertencente à família Gonçalves Landim, descendente do Alferes Antônio Paes Landim. A partir das famílias Gonçalves, Cruz e Dias Sobreira, a linhagem segue até Rosa Dias Sobreira, passando depois pelas famílias Silveira, Sobreira e Amorim, chegando à mãe de Camilo Santana, Ermengarda Maria de Amorim Sobreira.
Dessa forma, a ascendência materna de Camilo Santana insere-se no conjunto das antigas famílias descendentes do Engenho Santa Teresa, conhecidas historicamente como Terésios, que deram origem a grande parte das famílias tradicionais do Cariri cearense.
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Fontes e referências
• Genealogias das famílias do Cariri cearense
• Registros civis e biográficos
• Obras genealógicas regionais
• Instituto Cultural do Cariri
• Livro A Estirpe de Santa Teresa de Joaryvar Macedo
• Registros históricos do Crato e Juazeiro do Norte
domingo, 29 de março de 2026
MOSTEIRO DE NOSSA SENHORA DE LANDIM E LIGAÇÕES COM O SOBRENOME LANDIM
Quando se fala em Landim há um não sei quê de balsamo que nos enebria a alma. A fonte deste prazer advém dos encantos e da beleza românica que o augusto Mosteiro transmite oferece aos seus habitantes e visitantes. De facto, trata-se de um dos exemplares mais emblemáticos do estilo românico da região Entre-Douro e Minho.
Respeitado com carinho e admiração, este notável legado histórico do século XI, tem sido, desde há muito tempo o principal ponto de atracção turística da localidade. Fundado pelo conde D. Rodrigo Forjaz da Transtâmara, filho do conde D. Forjaz Vermui, um dos companheiros do conde D. Henrique, foi reedificado por D. Miguel da Silva, da casa dos Silvas de Portalegre, bispo de Viseu e cardeal de Roma. A sua igreja venera a imagem de Nossa Senhora de Landim, outrora denominada por Nossa Senhora de Basta. Mas o peso da História passa, também, pela Irmandade de Senhor das Santas Chagas, instituída pelos próprios Landinenses em 1570, com o intuito de acompanhar o Homem em toda a sua dimensão humana. Na realidade, ainda hoje, há freguesia que nutrem um amor inefável por esta confraria… As várias capelas que a freguesia possui, para além de varias alminhas em Ponte, Burgo, Boavista e S. Brás, e das inúmeras heranças românicas, remetem para um passado longínquo, mas historicamente valioso…
História:
A história da freguesia de Santa Maria de Landim confunde-se com a do seu Mosteiro, visto que ela nasce para a história graças à fundação do Mosteiro, em 1096, por D. Rodrigo de Forjaz Trastamara, filho do Conde de Trastamara, nobre francês que atraído para a Península pelas guerras de Afonso VI, rei de Leão, contra os mouros.
Fundado em finais do século XI, o convento foi entregue aos Frades Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, que viu aumentar o seu património, quando D. Gonçalo Gonçalves e D. Rodrigo Gonçalves Pereira (filhos do Conde D. Gonçalo Rodrigues) lhe doaram o rico e extenso Couto de Palmeira, com sede no lugar de Santa Eulália.
Ao longo dos séculos o mosteiro recebeu grandes privilégios por parte dos poderes religiosos e da própria monarquia, que o isentou de submissão e lhe garantiu grandes rendimentos pelo contributo de numerosos casais existentes no perímetro do Couto que chegava à jurisdição de Barcelos.
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| Quinta do Mosteiro - Fonte: Mosteiro de Landim |
O Couto teve igualmente o título de Condado, desde o reinado de D. Afonso IV, privilégio que D. João I conservou, atribuindo-lhe ainda jurisdição civil, por carta de doação feita em Lisboa, a 19 de Setembro de 1410.
Aquando da morte do último prior do mosteiro, D. Frei António da Silva, em 1560, o convento passou para a Comenda do Cardeal Alexandre Farnegia, por concessão do Papa Pio IV.
D. Frei Filipe, procurador-geral dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho, no entanto, encontrando-se nessa altura em Roma, conseguiu que o referido Cardeal desistisse da posse da Comenda. Em 1562, o Mosteiro foi unido ao de Santa Cruz de Coimbra, da mesma ordem. Em 1770, porém, o Convento foi extinto e vendido a particulares, com autorização do Papa Clemente XIV. Em 1790, o Couto (então, “instituição” em decadência) foi transformado em Concelho, que se manteve até 1836, ano da grande reorganização administrativa encetada por D. Maria II.
Apesar de a fundação do Mosteiro ter ocorrido no século XI, a sua Igreja é da segunda metade do século XII.
Em Março de 1996, a Igreja e a Casa do Mosteiro foram considerados por decreto “Imóvel de Interesse Público”.
O conjunto de três capelas de São Brás - Senhor das Santas Chagas e Senhor dos Paços, em pedra; da Senhora do Carmo, com fachada Barroca; e a de Santa Marinha, construída há mais de quatrocentos anos, completam o rico património religioso da freguesia.
Em termos arquitectónicos, Landim possui algumas belas casas senhoriais. O Solar do Souto, com um espigueiro datado do início do século, em madeira de castanho, tem o seu tecto revestido a telha francesa. Na Casa Agrícola deste Solar, podemos ainda encontrar uma pia do século XVIII. O Solar da Basta é uma casa de pedra muito antiga, com as portas bastante trabalhadas, talvez por entalhadores de Landim.
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| Porta da Casa da Torre do Mosteiro de Landim - Fonte: Mosteiro de Landim |
O brasão esculpido sobre a porta da casa da torre do Mosteiro de Landim, em Vila Nova de Famalicão, representa a transição histórica do edifício de um domínio religioso para a propriedade privada da família Landim, que ainda hoje detém o imóvel.
Origem do Brasão
* A Aquisição (1770-1775): Após a extinção da Ordem dos Cónegos Regrantes de Santo Agostinho e a subsequente desamortização dos bens da Igreja pelo Marquês de Pombal, o mosteiro foi vendido. Manuel Baptista Landim, um abastado proprietário local, adquiriu o edifício e a sua cerca em 1775.
* A Heráldica: O brasão que se vê na torre é uma marca de posse e estatuto. Tradicionalmente, as armas da família Landim (ou as adotadas por Manuel Baptista para simbolizar a sua nova linhagem senhorial) foram esculpidas para oficializar a transformação daquela ala do mosteiro na residência da família (a Casa do Paço ou Casa da Torre).
Por que foi esculpido nesse local?
1. Sinal de Propriedade Privada: No contexto do século XVIII, esculpir as armas de família na pedra era a forma definitiva de declarar que o espaço já não pertencia à Igreja, mas sim a um senhor laico.
2. Prestígio Social: Ao colocar o brasão numa das partes mais visíveis e imponentes do conjunto (a torre), a família Landim afirmava a sua ascensão social e a sua ligação a um local de profunda importância histórica e religiosa que remontava ao século XII.
3. Continuidade e Memória: A família manteve a propriedade por dez gerações até aos dias de hoje. O brasão serve como um "elo de ligação" entre as raízes medievais do mosteiro e a história da família que o preservou após a saída dos monges.
O Mosteiro de Nossa Senhora de Landim e as possíveis origens da família Landim
Origem e fundação
Importância histórica do mosteiro
Um símbolo de identidade
VEJA TAMBÉM:
ORIGEM DOS LANDINS: BRASÃO, BANDEIRA E SÍMBOLOS
PARÓQUIA DE NOSSA SENHORA DE LANDIM EM PORTUGAL
PRIMEIRO LANDIM NO BRASIL
CURIOSIDADES DOS LANDINS
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Fontes:
Mosteiro de Landim - Pt. e Vila Nova de Famalicão - Pt
Pedatura Lusitana Tomo IV.
LANDIM: ORIGEM, HISTÓRIA E PRIMEIROS REGISTROS DA FAMÍLIA
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| Brasão da família Landim criado digitalmente através de IA. |
Origem do sobrenome Landim
Landim em Portugal
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| Brasão da freguesia de Landim em Portugal - Fonte: https://www.heraldicacivica.pt/vnf-landim.html#gsc.tab=0 |
Referências heráldicas sobre a família Landim
"LANDIM. Esta familia dizem muitos nobiliarios ser oriunda de Inglaterra, que passou a este reino com o duque de Lancastro; porém contra isto temos o acharmos memorias d’ella mais antigas neste reino, e em tempo em que o couto que agora por Corrupção se chama Landim, era então chamado Nandim, e nunca os d’esta familia tiveram senhorio. É muito provável que seja descendente dos Landins de Placencia em Italia, que é uma das quatro mais nobres famílias d’aquela cidade, d’onde passaria alguma pessoa em tempos muito antigos a este reino : Isto se infere das cores dos escudos que uma e outra tem, que é de prata e vermelho, e a faixa no meio do escudo, ainda que com alguma diferença, que pôde proceder da com que se dão também as mesmas armas aos filhos segundos e terceiros de qualquer casa." Índice Heráldico (1872).
Segundo os registros heráldicos, o brasão da família Landim é descrito como:
Brasão: “De prata, com uma faixa de vermelho, acompanhada, em chefe, de uma cabeça de leopardo do mesmo. Timbre: a cabeça de leopardo do escudo entre duas asas estendidas de ouro.” Armorial Lusitano (1961).
Esse brasão aparece descrito tanto no Armorial Lusitano quanto no Índice Heráldico.
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| Versão do brasão dos Landim, apresentado no livro a Estirpe de Santa Teresa, Joaryvar Macedo, 1974. |
O primeiro Landim conhecido
“A pessoa mais antiga que se conhece deste apelido é Estevão Anes de Landim, donatário das terras de Candeias e Mecansos, em Santa Maria de Oliveira, por carta de D. Fernando, passada em 1373. Seu filho João de Landim foi vassalo de D. João I e recebeu com D. Maria de Vasconcelos, filha de Mem de Oliveira e de sua mulher D. Joana Garcia. Este João de Landim foi sepultado à porta da igreja de Santiago de Estremoz, localizada na cidade de Evora em Portugal. Dele e de sua mulher descendem os de apelido Landim.” Armorial Lusitano (1961)
Gaspar Dias de Landim e o brasão da família
Descendência de Gaspar Dias de Landim
A Gaspar Dias Landim contador da fazenda das comarcas de Evora e Portalegre que era por seu pae da familia dos de Abul e por sua mãe Landim, se passou brazão de armas dos Landins em 21 de junho de 1539 de onde consta que são em campo de prata uma faxa vermelha e em chefe uma cabeça de leão de sua côr timbre a cabeça de leão do escudo entre duas azas de oiro. Assim as achamos no Cartorio da Nobreza Villas boas traz a cabeça de leão Vermelha e a do escudo tambem entre duas azas de oiro o que não achamos no registro desta mercê a côr deve ser aleonada. Esta mercê foi feita em Lisboa a 16 de abril de 1539 e acha-se o registro na Chancellaria de el rei D. João III liv. xxvII, fl. 40 v. Difere na descripção. Índice Heráldico (1872).
“ Gaspar Dias Landim – em Villa Viçosa, na doação ao Collegio de Meninos Orphãos, em 1564, de um Padrão de onze mil réis da Duqueza D. Isabel, denuncia-se fidalgo da – “Casa del Rey nosso senhor e seu contador de sua fazenda na comarca da cidade de Evora e almoxarifado de Estremoz”, - Em Evora, revela-se-nos como natural de Extremoz, residente em Evora, cavaleiro de Christo e comendador de S. Miguel da Terra da Feira, tendo disposto de uma Capella em Estremoz, em 1531, recebido Carta d’armas, de D. João III em 1539, e casado , pela segunda vez em 2 de outubro de 1563.” CORDEIRO apud LANDIM (1892)
A família Landim no Brasil
Os Landim no Ceará e no Cariri
Pesquisa genealógica e preservação da memória
REFERÊNCIAS
BAENA, Visconde de Sanches. ÍNDICE HERÁLDICO. Typographia Universal. Lisboa 1872.
sábado, 28 de março de 2026
OS TERÉSIOS: ORIGEM E PRIMEIRAS GERAÇÕES NO CARIRI
DESCENDÊNCIA DO CAPITÃO DOMINGOS PAES LANDIM E ISABEL CRUZ NEVES
NOTA: O livro de Batizados de Missão Velha, de 1795-1803, folha 129, dá: f.l. de Manuel Antônio de Jesus e Luisa Paes Landim, nascido em outubro de 1798. O tenente José Antonio de Jesus casado com Maria Vieira Correia de Sampaio (Mariazinha), filha de Jorge Machado, português, e Ana Correia de Sampaio ou Ana Vieira de Jesus.
B) ANA. Faleceu com 3 anos e meio, aos 12/04/1770.
D.1.) Luisa Paes Landim. Casada aos 06/01/1826, com André Pinto de Mendonça, natural da Freguesia de Missão Velha, filho de Joaquim Aleixo de Mendonça e Maria Caetana de Assunção.
D.2.) Ana Paes Landim. Casada aos 28/02/1832, com João Pereira de Mendonça, caririense, filha de Joaquim Aleixo de Mendonça e Maria Caetana de Assunção.
D.3.) Maria Paes Landim. Casada aos 06/03/1832, com Manuel Ferreira da Costa, filho de José Ferreira da Costa e Maria Florência.
D.4.) Manuel. Nascido em 15/03/1821
F.1.) Francisca de Freitas Bizarria. Casou-se com o primo legítimo João Antônio de Macêdo, filho do Alferes português Joaquim Antônio de Macêdo e Leocádia Paes Landim.
F.2.) Isabel. Batizou-se em 1796...
F.3.) Maria de Freitas Bizarria. Aos 11/04/183, na então capela de Santo Antônio de Barbalha, casou-se com João Antônio de Macêdo, viúvo de sua irmã Francisca de Freitas Bizarria.
F.4.) Antônia. Nascida aos 27/07/1802...
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Texto baseado na obra: A Estirpe de Santa Teresa de Joaryvar Macedo, com adaptação e organização de Jonas Landim.

























