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NOVIDADES DO BLOG

quinta-feira, 26 de março de 2026

GENEALOGIA DOS TERÉSIOS

     

    A genealogia é a ciência que estuda a origem, a evolução e a ramificação das famílias ao longo das gerações. Por meio de pesquisas em documentos antigos, certidões de nascimento, casamento e óbito, além de registros existentes em cartórios, igrejas, arquivos públicos, museus e bibliotecas, torna-se possível identificar nossos antepassados, descobrir onde nasceram, por onde viveram e como se formaram as diversas gerações de uma família.

    A partir dessas informações, é possível construir a árvore genealógica familiar, reunindo nomes, datas e lugares que marcaram a trajetória de nossos antepassados, mantendo viva a memória daqueles que vieram antes de nós e contribuíram para a formação das gerações atuais.

    Entre os grandes pesquisadores da genealogia das famílias do Cariri, destaca-se o saudoso Joaryvar Macêdo, um dos Terésios mais ilustres e um dos maiores pesquisadores brasileiros nessa área. Em suas inúmeras obras, percebe-se o profundo respeito e dedicação que tinha pela história das famílias e pelas tradições de seus antepassados. É comum encontrar entre os Terésios esse interesse pela história de suas raízes, pela preservação da memória familiar e pela continuidade das tradições.



    Em sua obra mais importante, A Estirpe de Santa Teresa (1976), Joaryvar Macêdo realizou uma das mais completas pesquisas genealógicas já feitas sobre as famílias descendentes do Capitão José Paes Landim e Geralda Rabelo Duarte, considerados os patriarcas dos chamados Terésios. A obra possui mais de mil páginas com informações inéditas sobre diversas linhagens familiares, além de registrar fatos importantes da história regional.


  

    A história das famílias não se encerra em um livro. Ela continua viva em cada geração que nasce, em cada nome que se soma à árvore genealógica e em cada memória que resiste ao tempo. É nesse contexto que se torna essencial dar continuidade à pesquisa genealógica dos chamados Terésios, iniciada com tanto empenho pelo historiador Joaryvar Macêdo.

    Sua obra monumental, especialmente A Estirpe de Santa Teresa, representa um marco na genealogia das famílias do Cariri. Mais do que um levantamento de nomes, trata-se de um verdadeiro patrimônio histórico, que reúne informações valiosas sobre as origens, os laços familiares e os caminhos percorridos por gerações descendentes do Capitão José Paes Landim e de Geralda Rabelo Duarte.

    No entanto, por mais extensa e detalhada que seja, nenhuma obra genealógica é definitiva. A cada nova geração, novos descendentes surgem, novas histórias se formam e novas informações vêm à tona. Por isso, a pesquisa iniciada por Joaryvar Macêdo não deve ser vista como concluída, mas como um ponto de partida — sólido, respeitável, porém aberto à continuidade.

    Dar seguimento a esse trabalho é, antes de tudo, um compromisso com a memória. Significa preservar não apenas nomes e datas, mas trajetórias de vida, relações familiares, deslocamentos geográficos e contribuições sociais que ajudaram a moldar a identidade de toda uma região.

    É também um desafio. A atualização de dados genealógicos exige paciência, rigor e, sobretudo, colaboração. Muitas informações ainda estão guardadas em registros familiares, documentos antigos, fotografias esquecidas e na memória dos mais velhos. Sem a participação dos próprios descendentes, grande parte dessa história corre o risco de se perder.

    Nesse sentido, a continuidade da pesquisa genealógica dos Terésios deve ser entendida como um esforço coletivo. Cada família, cada descendente, pode contribuir com informações que, somadas, ampliam e enriquecem o conhecimento sobre essa vasta linhagem.

    Mais do que reconstruir o passado, trata-se de garantir que ele não seja apagado. Em tempos em que a velocidade da informação muitas vezes supera a valorização da memória, iniciativas como essa se tornam ainda mais relevantes.

    Dar continuidade à obra de Joaryvar Macêdo é manter acesa uma chama que não pertence a um único pesquisador, mas a todos aqueles que reconhecem o valor de suas origens.

    Porque, no fim, preservar a genealogia de uma família é também preservar a história de um povo.


A Continuidade da pesquisa genealógica dos Terésios 

Aos visitantes deste blog e a todos os descendentes das famílias aqui pesquisadas, informamos que estamos reunindo informações com o objetivo de dar continuidade ao importante trabalho de pesquisa genealógica iniciado pelo historiador Joaryvar Macêdo sobre os Terésios e suas diversas ramificações familiares.

    Como é de conhecimento de muitos, a obra genealógica já existente reúne uma grande quantidade de informações sobre gerações passadas. No entanto, com o passar do tempo, as famílias cresceram, novos descendentes nasceram, casamentos ocorreram, e muitas informações novas surgiram. Por esse motivo, torna-se necessário atualizar, complementar e ampliar os dados já existentes, para que a história das famílias não se perca e continue sendo preservada para as futuras gerações.

    Essa pesquisa não é um trabalho simples e não pode ser realizada por apenas uma pessoa. Trata-se de um trabalho coletivo, que depende da colaboração dos próprios descendentes e familiares. Muitas informações importantes não estão em livros ou documentos públicos, mas sim guardadas dentro das famílias, em certidões antigas, fotografias, cartas, registros de batismo, histórias contadas pelos mais velhos e documentos guardados ao longo dos anos.

Estamos, portanto, reunindo informações como:

Nomes completos

Datas de nascimento, casamento e falecimento

Nome dos pais e avós

Cidades onde viveram

Fotografias antigas

Documentos e certidões

Histórias e relatos familiares


    Toda informação, mesmo que pareça pequena, pode ser muito importante para a reconstrução correta das árvores genealógicas e para a continuidade desse trabalho histórico e familiar.

    O objetivo dessa iniciativa é manter viva a história das famílias, preservar a memória dos antepassados e permitir que as futuras gerações conheçam suas origens, saibam de onde vieram e compreendam melhor a história de sua própria família.

    Assim, convidamos todos aqueles que forem descendentes ou que possuam informações sobre as famílias pesquisadas que entrem em contato e contribuam com esse trabalho. A participação de cada pessoa será fundamental para que essa pesquisa continue crescendo e se tornando cada vez mais completa.

¨Preservar a história da família é preservar a própria história.¨

Quinco Vasques: a história do bravo caririense e sua importância no Cariri

    A história do Cariri cearense é marcada por personagens fortes, corajosos e muitas vezes pouco conhecidos fora da tradição oral. 

    Entre esses nomes está Quinco Vasques, lembrado como um verdadeiro símbolo de bravura e resistência na região. 

 Mas afinal, quem foi Quinco Vasques e por que sua história ainda desperta interesse? 

     Neste artigo, você vai conhecer a trajetória desse personagem marcante e entender sua relevância para a memória do Cariri. 
 

Imagem com IA, a partir de imagem de arquivo da família.
Imagem criada por IA, a partir de arquivos da família.


     Quinco Vasques ficou conhecido como um dos personagens mais emblemáticos da história popular do Cariri. Sua fama está ligada à coragem, ao espírito destemido e à forma como enfrentava os desafios de sua época. Embora muitos registros sejam baseados na tradição oral, sua figura permanece viva na memória cultural da região. O contexto histórico do Cariri Para entender a importância de Quinco Vasques, é fundamental compreender o cenário em que ele viveu. 

     O Cariri, localizado no interior do Ceará, sempre foi uma região de forte identidade cultural, marcada por: 

 • Disputas territoriais 
 • Relações familiares intensas 
 • Tradição rural 
 • Histórias de resistência 

    Nesse ambiente, surgiram figuras que se tornaram lendas locais, como Quinco Vasques. 



A invasão de Lavras da Mangabeira


    Entre os episódios mais marcantes da trajetória de Quinco Vasques está a invasão da cidade de Lavras da Mangabeira, ocorrida em 7 de abril de 1910. Naquele período, o interior do Ceará vivia sob o domínio dos coronéis, que controlavam a política local e mantinham grupos armados para defender seus interesses.

    Quinco Vasques reuniu cerca de 150 homens armados e marchou durante a noite em direção a Lavras com o objetivo de derrubar do poder o Coronel Gustavo Augusto Lima, filho de Dona Fideralina, a grande líder política da cidade. Na manhã do dia 7 de abril, a cidade foi cercada e iniciou-se um combate armado que durou praticamente o dia inteiro.

Fonte: Cariri Cangaço

    O coronel Gustavo, avisado do ataque, organizou a defesa da cidade e conseguiu resistir ao ataque. A tentativa de deposição não teve sucesso, e o grupo de Quinco Vasques acabou se retirando.

    Esse episódio ficou marcado como um dos acontecimentos políticos mais importantes da história de Lavras da Mangabeira e do Cariri, representando o período em que o poder político era decidido muitas vezes pela força das armas, época conhecida como o tempo do coronelismo, descrito por Joaryvar Macedo no livro Império do Bacamarte.

    Quinco Vasques ficou conhecido como um dos homens valentes do Cariri, daqueles que viviam em uma época em que a palavra, a honra e a coragem tinham grande valor. 

    Era respeitado não apenas pela bravura, mas também pela influência que exercia na região, sendo uma figura conhecida e temida quando necessário, mas também admirada por sua postura e liderança.

 • Não recuar diante de conflitos 
 • Defender sua honra e sua família 
 • Agir com firmeza em situações difíceis.

    Essas características ajudaram a construir sua imagem como um “bravo caririense”. Tradição oral e memória popular Grande parte das histórias sobre Quinco Vasques foi preservada por meio da oralidade. 

     Isso significa que diferentes versões podem existir alguns fatos podem ter sido ampliados com o tempo  a narrativa mistura história e tradição Ainda assim, isso não diminui sua importância — pelo contrário, reforça seu papel como símbolo cultural. A importância histórica e cultural Mesmo sem ampla documentação formal, Quinco Vasques representa a identidade do povo caririense, a valorização da memória local, a força das histórias transmitidas entre gerações.

  Personagens como ele ajudam a construir o sentimento de pertencimento de uma região. Por que preservar essas histórias? Muitas histórias locais acabam se perdendo com o tempo. Registrar figuras como Quinco Vasques é essencial para manter viva a cultura regional, valorizar as raízes familiares e transmitir conhecimento às novas gerações 

    Quinco Vasques não é apenas um nome da tradição oral — ele é parte da construção histórica e cultural do Cariri. Sua história, marcada pela coragem e pela presença forte na memória popular, continua sendo um exemplo de como personagens locais podem atravessar gerações e permanecer vivos no imaginário coletivo.


Biografia Completa de Quinco Vasques em: QUINCO VASQUES - BIOGRAFIA


quinta-feira, 19 de outubro de 2017

ORIGEM DOS TERÉSIOS


Origem dos Terésios do Cariri 

    A denominação “Terésios” é utilizada no Cariri para identificar os descendentes do Capitão José Paes Landim e de sua esposa Geralda Rabelo Duarte, considerados os troncos principais dessa família na região do Cariri cearense.
    O nome Terésios tem origem no Sítio Santa Teresa, antiga propriedade da família localizada na região de Missão Velha. A partir desse local, a família se expandiu e formou diversos ramos que se espalharam por todo o Cariri ao longo dos séculos XVIII e XIX.


O Sítio Santa Teresa


    Localizado no município de Missão Velha, estado do Ceará, o Sítio Santa Teresa foi um importante núcleo familiar e econômico da época, funcionando como fazenda e ponto de organização da família. Muitas das famílias tradicionais do Cariri têm origem direta ou indireta nesse local, que pode ser considerado um dos berços genealógicos da região.

    Com o passar do tempo, os descendentes foram se estabelecendo em diversas localidades, principalmente em:

  • Missão Velha
  • Barbalha
  • Crato
  • Juazeiro do Norte
  • Aurora
  • Milagres

Assim, a família se expandiu e deu origem a numerosos ramos familiares.


Famílias descendentes dos Terésios

    Entre os principais sobrenomes ligados aos descendentes dos Terésios, destacam-se:

  • Landim
  • Santana
  • Vasques
  • Macêdo
  • Saraiva
  • Cruz
  • Belém
  • Jesus
  • Pita
  • Neves
  • Olegário
  • Paes
  • Alves
  • Duarte

    Essas famílias, ao longo de várias gerações, formaram grande parte das antigas famílias do Cariri.


Importância histórica da família

    Os Terésios tiveram grande importância na ocupação e povoamento do Cariri, participando da formação de fazendas, sítios, vilas e núcleos populacionais da região.

    Por esse motivo, estudar a genealogia dos Terésios não é apenas estudar uma família, mas compreender parte da própria história do povoamento do Cariri cearense.

    Muitas pessoas da região, ao pesquisarem suas árvores genealógicas, acabam encontrando ligação com essa família.


Conclusão

    A origem dos Terésios está diretamente ligada ao Sítio Santa Teresa e ao casal José Paes Landim e Geralda Rabelo Duarte, cujos descendentes se espalharam por todo o Cariri, formando diversas famílias tradicionais que existem até os dias atuais.

Assim, a história dos Terésios se confunde com a própria história das famílias do Cariri.


Genearca dos TERÉSIOS


    Os pioneiros na colonização do Vale Caririense, CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM e GERALDA RABELO DUARTE,  foram os fundadores do Engenho de Santa Teresa no município cearense de Missão Velha e Genearcas de todos os TERÉSIOS.



    Os Capitão José Paes Landim, entre outros, assinaram as atas e eleições os Procuradores da Obra da Matriz da Povoação de São José dos Cariris Novos, realizadas sucessivamente, em dois de maio e 1786 e em primeiro de janeiro de 1792. Aquela povoação foi o núcleo inicial da atual cidade de Missão Velha e sede da primeira freguesia criada e inaugurada no Cariri. Primeiro sob a invocação de Nossa Senhora da Luz, substituída depois pela de São José.
    De acordo com informações coletadas das obras do historiador Joaryvar Macedo, o sobrenome LANDIM chegou ao Cariri, através do citado Capitão.

    Seu primeiro filho, o Capitão Domingos Paes Landim casou-se em 10/11/1756 com Isabel da Cruz Neves, desse casamento advieram muitos outros sobrenomes que constituem a Estirpe de Santa Teresa.

    Tomando como referência o Capitão Domingos Paes Landim e Isabel Cruz Neves, tentaremos resumir nessa pesquisa alguns nomes que indicam o tronco das principais famílias que se uniram aos descendentes do casal e que constituem o imponente Clã dos Terésios.




Abaixo, informações sobre algumas das famílias citadas neste artigo...

  Família LANDIM 




    
Sobrenome toponímico português que teria origem no genitivo latino Landini, de Landinus, que viria do germânico land ou do galo landa, “espaço” ou “terra”. O sobrenome parece ter surgido com dom Estevão Anes de Landim, donatário das terras de Candeias e Mecansos, na
freguesia de Santa Maria de Oliveira, Portugal, em 1373, por concessão do rei dom Fernando (1345-83). Seu filho, João de Landim, foi vassalo do rei dom João I (1357-1433) e, de seu casamento com dona Maria de Vasconcelos, teve os filhos que deram seguimento ao nome de família.
    No Brasil, há referências ao sobrenome desde século 18, entre outros com o capitão alagoano José Paes Landim, que fundou o engenho de Santa Teresa, no Cariri cearense, em 1731. Filho do alferes Simão Rodrigues de Sousa e Úrsula Paes Landim, o capitão foi casado com Geralda Rabelo Duarte e deu origem à numerosa família conhecida como “Terésios”, em alusão ao engenho. Quase na mesma época, o padre Manuel do Desterro Landim atuava em Olinda, Pernambuco.

Família JESUS 

    LUISA PAES LANDIM. Casada aos 17/11/1795, com o Capitão Manuel Antônio de Jesus, pernambucano do Cabo, viúvo de Eugênia Francisca de Jesus, e filha do português Tomás Varela de Lima e da pernambucana, também do Cabo, Mariana Ribeiro Calado. O Capitão Manuel Antônio de Jesus faleceu em, 24/02/1828, aos 77 anos, e foi sepultado na Matriz de Missão Velha. É ele o tronco dos JESUS do Cariri.

Família VASQUES


    O Capitão Manoel Antônio de Jesus Júnior filho de Luisa Paes Landim e do Capitão Manuel Antônio de Jesus, foi casado com Rita Maria de Lima, filha de Pedro Francisco Vasques, europeu de Galiza e Francisca Rodrigues Lima. Pedro Francisco Vasques é o tronco dos VASQUES do Cariri.


 Família BELÉM



    JOAQUINA PAES LANDIM. Casada aos 13/02/1804 com Francisco da Silva Belém, natural da freguesia de Santo Antônio do Rio Fundo, Bahia, filho de Luis Correia Franco e Potenciana Joaquina da Conceição. O casamento realizou-se no Engenho de Santa Teresa. Francisco da Silva Belém era irmão, de pai e mãe, do Comandante Joaquim José de Santana, tronco da família SANTANA do Cariri cearense. Segundo o historiador Padre Antônio Gomes de Araújo; de Joaquina Paes Landim com seu marido Francisco da Silva Belém procede a família BELÉM do Cariri. (“A Bahia nas Raizes do Cariri”, in Itaytera, Ano I, nº I, 1955, págs. 19 e 44). 



 Família MACÊDO


    
    
    LEOCÁDIA PAES LANDIM. Falecida, viúva com 70 anos de idade, em 09/01/1829, e foi sepultada na Matriz de Missão Velha, “de grades acima, envolta em hábito branco”. Fora casada com o Alferes Joaquim Antônio de Macêdo, português do Bispado e Leiria, e tronco dos MACÊDOS do Cariri. 
    Porquanto foi registrado que o Alferes Joaquim Antônio de Macêdo era baiano de Salvador, em Itaytera, nº I, ano I, 1955, pág. 26, transcrevo parte de um dos registros eclesiásticos que provam a origem lusa do citado Alferes. 
"Ana, filha legítima de Joaquim Antônio de Macêdo, natural do Bispado de Leiria e de sua mulher Leocádia Paes Landim, natural desta freguesia de São José do Cariri Novo e moradores em Santa Teresa, neta paterna ignora-se e materna de Domingos Paes Landim, natural desta freguesia de São José do Cariri Novo e de sua mulher Isabel da Cruz Neves, natural do Rio de São Francisco ...” (Livro de Batizado Missão Velha, 1795-1803, fls. 278).¨

Família SARAIVA

    Josefa Maria do Espirito Santo, filha de Lourenço Saraiva da Silva e Rosa Francisca do Espirito Santo, foi a primeira esposa de Antônio Inácio da Cruz, filho de Maria da Cruz Neves com Manuel de Freitas Fragoso e neto do Capitão Domingo Paes Landim. Do citado Lourenço procedem os SARAIVAS DA CRUZ.

Família PITA

    ÚRSULA PAES LANDIM. Casada com Joaquim de Albuquerque Pita, natural de Olinda – PE, filho de Luis de Melo Albuquerque Pita. O Casal é tronco dos PITAS do Cariri cearense.

 Família CRUZ NEVES

    ISABEL DA CRUZ NEVES casada com DOMINGOS PAES LANDIM, era filha de Joana Fagundes de Sousa (ou Joana Fagundes da Silveira) com o Sargento-Mor Manuel da Cruz Neves, que constituem no Cariri o tronco dos CRUZ NEVES.


 Família SANTANA



    Entre os filhos do casal Joana Fagundes de Sousa e o Sargento-Mor Manuel Cruz Neves, destaca-se uma neta de nome Ana Maria de Jesus que casou-se aos 15/12/1795 com Joaquim José de Santana, natural da Freguesia do Rio Fundo – Bahia, viúvo de Francisca Gomes de Amorim , falecida em Pau dos Ferros. O aludido comandante, que faleceu com 70 anos, aos 14/07/1883, sendo sepultado na Matriz de Missão Velha e que era filho do casal baiano Luis Correia Franco e Potenciana Joaquina da Conceição, é, no Cariri cearense, o tronco da família SANTANA.



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    Se sua família tem ligação com os Terésios ou com alguma dessas famílias, deixe um comentário contando a história de seus antepassados.

Este blog tem como objetivo preservar a memória e a genealogia das famílias do Cariri.


Por: Jonas Landim
Fonte da pesquisa: MACEDO, Joaryvar. A Estirpe de Santa Teresa - 1976 - Fortaleza - CE.
https://sobrenomes.genera.com.br/sobrenomes/landim/

terça-feira, 17 de outubro de 2017

FAMÍLIA VASQUES NO CARIRI


File:Brasao vasques.jpg



A família Vasques teve sua origem na região do cariri cearense a partir de PEDRO FRANCISCO VASQUES, europeu da Galiza, casado com Francisca Rodrigues Lima que eram pais de Rita Maria de Lima e João Francisco Vasques.



Francisca Rodrigues de Lima casou-se com o Capitão Manuel Antônio de Jesus Júnior em 17/08/1826, que era binesto do CAPITÃO JOSÉ PAES LANDIM  e GERALDA RABELO DUARTE (fundador do Engenho de Santa Teresa e tronco de todos os Terésios).
  
Do casamento entre o Capitão Manuel Antônio de Jesus e Rita Maria de Lima, nasceram:

A - Maria Francisca de Jesus.



B - Ana da Apresentação de Jesus.

C - Maria Ribeiro Calado, casou-se aos 24/05/1826 com seu tio João Francisco Vasques. Pais de:
C1 – Manuel Francisco Vasques, casado com sua prima legítima Joaquina Maria de Jesus.
C2 – Josefa (Zefinha).
C3 –Antônia (Toinha).
C4 – Ana (Donana).
C5 – Joaquim Vasques Landim
C6 – Joana (Joaninha).
C7 – Antônio Francisco Vasques (Antônio Vasques da Serra).
C8 – João Vasques Landim. Foi professor primário, casado com Antônia Paes Landim, filha de Joaquim Paes Landim. Pais de:
C8A - José Vasques Landim.
C8B –Antônia de Jesus Landim.
C8C – Josefa de Jesus Landim (Zefinha), casada com o viúvo Vicente Paes Landim.


C8D – Joana Vasques Landim. Casado com Cândido José de Macedo.
C8E – Ana de Jesus Landim (Donana). Casada com José Garcia.
C8F – Maria da Luaz de Jesus. Casada com Joaquim Vicente Landim.
OBS: a descendência de Quinco Vasques foi publicada para consulta neste site.

D - Tenente José Antônio de Jesus.


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Por: Jonas Landim Fonte: Joaryvar Macêdo - A Estirpe de Santa Teresa

sábado, 15 de outubro de 2016

BIOGRAFIA DE ANTÔNIO JOAQUIM LANDIM, ESPOSA E FILHOS


ANTÔNIO JOAQUIM LANDIM E MARIA BELARMINA DE OLIVEIRA LANDIM





Antônio Joaquim Landim, nasceu no dia 06 de setembro de 1898, no sítio Tipi, municipio de Aurora- CE, filho de Joaquim Vasques Landim (Quinco Vasques) e Maria da Luz Fernandes de Lima (Marica), casou-se com sua parenta Maria Belarmina de Oliveira Landim (Dona Santa) e foi morar no sítio Carnaúba, município de Missão Velha, dessa união  nasceram 24 filhos, dez morreram em tenra idade. Os outros, 10 homens e 4 mulheres, seguem listados abaixo:

1º - Odilon Vasques Landim
2º - José Vasques Landim
3º - Francisco Vasques Landim
4º - Dionisio Vasques Landim
5° - Jovane Vasques Landim

7º - Azarias Vasques Landim
8º - João Vasques Landim
9º - Dolores Landim Macedo
10º - Juarez Vasques Landim
11º - Afonso Vasques Landim
12º - Jocel Vasques Landim (Bosco)
13º - Maria do Socorro Landim Santana

14º - Raimunda Aparecida Landim Pinheiro



    Antônio Joaquim Landim, morou por quase toda sua vida no sítio onde nascera. Em meados da década de 80 foi morar com sua esposa e filhos na cidade de Juazeiro do Norte onde faleceu no dia 10 de abril de 1984, sua esposa, Dona Santa viveu mais 6 anos, vindo a falecer no dia 27 de janeiro de 1990 aos 80 anos de idade, na mesma residência.